Era uma bela noite de luar na cidade mineira de Sete Lagoas. Noite de Quarta-feira é noite de bola rolando, noite de dribles, gols e...erros de arbitragem. Mais uma vez os nossos homens do apito nos brindaram com um dos seus clássicos momentos de lambança.
O jogo era entre clubes brasileiros mas a competição era internacional, a Copa Sulamericana. Pois bem, nem mesmo quando os holofotes de toda América do Sul estão voltados para os juízes daqui eles conseguem se conter.
A partida era válida pela primeira perna das Quartas de finais do torneio continental. Frente a frente estavam Atlético Mineiro e Palmeiras. O palmeirense Lincoln domina uma bola pela meia esquerda e arranca em disparada para dentro da grande área atleticana sem qualquer resistência por parte da defesa adversária. Ao ingressar na área o meia é atingido por um carrinho desferido por um defensor, o árbitro carioca Marcelo de Lima Henrique não teve duvidas e apontou a marca da cal marcando pênalti.
Até ai tudo dentro dos conformes já que a infração foi acintosa mas nossos mágicos do apito, como sempre, estão prontos a nos surpreender tirando mais um coelho de suas cartolas encantadas.
O mister M em questão foi o auxiliar carioca Eric Bandeira. Nome bem sugestivo para um homem que deveria usar a bandeira para assinalar infrações e não apenas como um mero enfeite.
Segundos após a marcação da penalidade o assistente chamou o árbitro principal para um breve bate papo. Após algum tempo o juiz carioca surpreende a todos voltando atrás, anulando o pênalti e marcando impedimento do ataque palmeirense.
Vem o tira teima e...Bingo!!! Mais um ponto para arbitragem, Lincoln realmente estava impedido quando recebeu o passe e como diz a regra, vale a primeira infração. A decisão da arbitragem era digna de elogios. Pela primeira vez um trio deixou de lado seu ar prepotente de dono da verdade e admitiu um erro.
Mas o que parecia uma sequência histórica de acertos na verdade não passava de uma gigantesca lambança. O jogador palmeirense realmente estava impedido mas se o auxiliar Eric Bandeira percebeu isso no momento do ocorrido, porque não ergueu seu instrumento de trabalho assinalando a infração?
O que teria ocorrido para que o assistente tivesse mudado de idéia quanto a posição do jogador somente após a marcação de um pênalti contra o time da casa? Para mim está claro, só pode ter havido interferência externa na decisão do bandeirinha ou ele simplesmente teve uma câimbra no braço. Até quando o torcedor brasileiro será obrigado a conviver com tantas pataquadas?
Enquanto a Comissão Nacional de Arbitragem não preparar os árbitros como se deve, dando a eles estrutura e cursos preparatórios erros primários como esse continuarão acontecendo. Colocando em cheque a idoneidade dos homens do apito.
Eu concordo com o bandeira desse jogo.....rsrsrs
ResponderExcluirTudo contra o Palmeiras é sempre bem vindo!!!!.....